o mundo anda me confundindo
eu ando andando confuso
e o cansaço de estar confuso confunde ainda mais
num sei se vai ficando pior
mais sério
não sei se é loucura que se aproxima
sei que saio andando e me queixando da vida
me queixando nas pessoas
elas reclamam
mas, va lá, quem vai ficar reclamando de um louco
opa, desculpe, confuso...
sei lá
quem?
eu?
que confusão!
Cláudio Mattos
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Nem sei mais...
hoje é dia
dia de num sei o que mas hoje é dia
o som da melodia vive bem presente
durante todo o curso do dia
me peguei cantarolando enquanto lavava a louça
que dia é hoje?
último dia, último dia da semana!
é triste pra você isso?
pra mim é!
"o tempo não tem fim, ele é o fim"
the show must go on mas com essa história de que o tempo não pára
as sextas vem chegando
e sumindo numa velocidade de dar medo
eu tenho medo
eu tenho medos
e não sei
eu sinto um vazio nas sextas!
parece q alguém morre!
o dia?
minha alegria?
acho que estou começando a me cansar de minha perguntas!
será?
Cláudio Mattos
dia de num sei o que mas hoje é dia
o som da melodia vive bem presente
durante todo o curso do dia
me peguei cantarolando enquanto lavava a louça
que dia é hoje?
último dia, último dia da semana!
é triste pra você isso?
pra mim é!
"o tempo não tem fim, ele é o fim"
the show must go on mas com essa história de que o tempo não pára
as sextas vem chegando
e sumindo numa velocidade de dar medo
eu tenho medo
eu tenho medos
e não sei
eu sinto um vazio nas sextas!
parece q alguém morre!
o dia?
minha alegria?
acho que estou começando a me cansar de minha perguntas!
será?
Cláudio Mattos
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
E o quê mais?
o tempo vai passando
e a respiração vai parando
o choro escorre com mais facilidade
a sensibilidade fica a flor da pele
o caminhar passa de ato mecânico
para momento poético e psicoterápico
onde se pensa, se chora
se sente que a vida tá indo
escorrendo
embora
que nem suas próprias lágrimas
todo o seu semblante fica meio estático
dias de sexta
talvez mais tristes
talvez
solidão numa multidão
de pensamentos e sentimentos
perdido?
acho que não
as lágrimas o acham
O coração ainda pulsa
por quanto mais?
vai saber
continua-se a caminhar e a chorar!
a viver
Cláudio Mattos
e a respiração vai parando
o choro escorre com mais facilidade
a sensibilidade fica a flor da pele
o caminhar passa de ato mecânico
para momento poético e psicoterápico
onde se pensa, se chora
se sente que a vida tá indo
escorrendo
embora
que nem suas próprias lágrimas
todo o seu semblante fica meio estático
dias de sexta
talvez mais tristes
talvez
solidão numa multidão
de pensamentos e sentimentos
perdido?
acho que não
as lágrimas o acham
O coração ainda pulsa
por quanto mais?
vai saber
continua-se a caminhar e a chorar!
a viver
Cláudio Mattos
sábado, 27 de novembro de 2010
Não posso parar de escrever...
Não posso parar de escrever
Não posso
Tem uma vida dentro de mim
e está querendo sair
há um personagem que por muito dormiu
e hoje quer acordar
quer sair
quer viver
Hei de escrever, devo a ele
preciso dá-lo vida
Minhas palavras o libertarão
Preciso dar vida ao meu personagem
Preciso não parar de escrever
preciso viver e dar vida
Cláudio Mattos
Não posso
Tem uma vida dentro de mim
e está querendo sair
há um personagem que por muito dormiu
e hoje quer acordar
quer sair
quer viver
Hei de escrever, devo a ele
preciso dá-lo vida
Minhas palavras o libertarão
Preciso dar vida ao meu personagem
Preciso não parar de escrever
preciso viver e dar vida
Cláudio Mattos
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
De volta...
minha escrita não se faz
nem é
não tem hora marcada,
nem também inspiração...
meu jeito já não mais tem jeito
de se explicar
porque escrevo?
sei lá...
de todos os dias que eu acordo
de hoje não podia passar
tinha de escrever pro mundo
pra mim, na verdade
minha escrita está aqui
e aqui permanecerá
por quanto tempo não sei
assim como eu:
NÃO SEI
Cláudio Mattos
nem é
não tem hora marcada,
nem também inspiração...
meu jeito já não mais tem jeito
de se explicar
porque escrevo?
sei lá...
de todos os dias que eu acordo
de hoje não podia passar
tinha de escrever pro mundo
pra mim, na verdade
minha escrita está aqui
e aqui permanecerá
por quanto tempo não sei
assim como eu:
NÃO SEI
Cláudio Mattos
domingo, 7 de novembro de 2010
XXI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação

O Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE) tem como objetivo divulgar a produção científica nacional na área de Informática na Educação. Busca proporcionar um ambiente para a troca de experiências e idéias entre profissionais, estudantes e pesquisadores nacionais e estrangeiros que atuam em pesquisa científica e tecnológica nesta área e em áreas correlatas. É promovido anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e em 2010 comemorará sua 21a edição em João Pessoa, no período de 23 a 26 de novembro, numa realização conjunta entre a Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal de Pernambuco e Empresa Municipal de Informática - EMPREL Recife.
A realização terá um caráter integrador e propõe promover uma reflexão científica e cultural com o tema Inclusão Multicultural na Terra onde o Sol Nasce Primeiro. A programação do evento acontecerá entre o Museu de Ciências da Paraíba e o Hotel Tambaú.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Que dizes tu?
O dia vai passando...
calmamente tenta me dizer algo
Sempre com uma palavra nova
seu discurso é confuso,
mas tenta sempre me dizer algo
Envia-me mensageiros que falham
perdem palavras no caminhos
deixam cair conexões
deixam cair o que de fato sustenta
A madrugada chega calma, e silenciosamente
também tenta, também tenta me dizer algo
mas é hora de dormir
é hora de fazer silêncio
No silêncio não há palavras, nem discursos
mas eu ainda fico a esperar...
Aqui, no escuro, no frio
quero resposta
O dia amanhece
e o sol ainda de olhos fechados faz que não me vê
e segue sem dizer adeus!
Sem dizer adeus!
Cláudio Mattos
calmamente tenta me dizer algo
Sempre com uma palavra nova
seu discurso é confuso,
mas tenta sempre me dizer algo
Envia-me mensageiros que falham
perdem palavras no caminhos
deixam cair conexões
deixam cair o que de fato sustenta
A madrugada chega calma, e silenciosamente
também tenta, também tenta me dizer algo
mas é hora de dormir
é hora de fazer silêncio
No silêncio não há palavras, nem discursos
mas eu ainda fico a esperar...
Aqui, no escuro, no frio
quero resposta
O dia amanhece
e o sol ainda de olhos fechados faz que não me vê
e segue sem dizer adeus!
Sem dizer adeus!
Cláudio Mattos
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